quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

A final de A Fazenda e o meu elenco para a temporada 2015




E ontem foi ao ar o derradeiro episódio da sétima edição do melhor reality da atualidade, A Fazenda. E afirmo isso com um certo respaldo (embora pouco orgulho), pois acompanho realitys desde os primórdios destes no Brasil, lá no começo dos anos 2000 e vos digo que, pelo menos nesse nível de porte maior, o programa apresentado pela Record está se saindo bem melhor que seu principal rival, já que a partir de 2011 o Big Brother não dá mais uma dentro e só tem nos apresentado edições mornas. Infelizmente, esta, que foi a mais promissora das edições do programa, perdeu as forças no meio do caminho e, assim como a Casa dos Artistas 2 (que também começou espetacularmente), se transformou num marasmo infernal, fazendo com que muitos telespectadores fiéis abandonassem o barco. Assim, Tendo assim nos apresentado sua edição mais fraca nesta temporada, A Fazenda deixa o título de melhor reality do ano a ser disputado entre Masterchef e O Aprendiz Celebridades. Eu voto nesse último, mas essa é outra história. Mesmo assim, não percam sua fé no programa, que é uma das melhores coisas já inventadas na história da dramaturgia mundial. Vai por mim, a gente não aguenta o Brito Júnior há sete anos por pouca coisa.

Enfim, DH foi o grande vencedor dos 2 milhões. O cara é vocalista de uma banda do extinto estilo happy rock, cai no ostracismo e retorna triunfante vencendo A Fazenda sob a alcunha de "Formiga Atômica". Até eu queria ter uma biografia dessas.
Por sua vez, o segundo lugar ficou com Babi Rossi, que só por ser minha 2ª ex-panicat favorita de todos os tempos (só perde pra Tânia Oliveira) merecia ter ganho. Espero que as crianças de todas as escolas pelo Brasil raspem a cabeça em homenagem a ela.

Mas o fato é que, logo após anunciar a vitória do roqueiro colorido, Brito confirmou de cara A Fazenda 8, e abaixo elegi alguns dos meus candidatos ao casting perfeito. Torçamos juntos para que pelo menos a participação de um deles se concretize, amigos.

Jéssica Esteves


A ex Bom Dia & Cia (2003 - 2005), foi substituída pelo Yudi no infantil, fato que me fez duvidar muito da existência de um ser superior na época. É uma que já chutou a bola e só tá esperando a Record fazer o gol. Há alguns anos no ostracismo, a ruiva hoje divide seu tempo entre a nostalgia dos holofotes e sua página no facebook, onde vez ou outra entre em pequenas tretas com seus seguidores. Eu mesmo já discuti com ela na copa - assim como discuti com meio Brasil na época (se tem um fato que nunca neguei sobre mim mesmo, é que sou um cuzão). Mas já está tudo bem e hoje em dia ela me ignora pacificamente como dantes.
Louca para voltar para a grande mídia, já mandou vídeos se oferecendo para emissoras e fez pontas em alguns programas. Inclusive chegou a declarar em entrevistas, sobre possíveis boatos de sua participação no reality rural, que nunca foi convidada mais adoraria enriquecer a vindoura edição com seu carisma.

Rafael Ilha


Sério, eu não sei o que o Carelli tem na cabeça de, após sete anos, ainda não ter recrutado esse cara.
Pois ele simplesmente é a cara do programa. Aliás, levantando todo o histórico policial, televisivo, musical e emocional do sujeito, podemos dizer que o nosso querido Rafael é a cara do Brasil. Ele é a personificação do que há de melhor e pior dentro de cada um de nós, o demônio e o anjo em nossos inconscientes. E como o programa adora fazer ganchos metalinguísticos, já que esse ano tivemos um ex-Menudo, nada mais justo que ano que vem termos um ex-Polegar, produto nosso. Aliás, eu não sei à quantas anda o livro que Sônia Abrão está escrevendo sobre o rapaz, mas certamente sua passagem pela Fazenda seria um capítulo messiânico na biografia deste baluarte da era vulgaris.

A Musa da Derrota


A direita burguesa pró-capitalismo opressor definitivamente está precisando de um representante no universo pop. E já que Aécio Neves está fracassando retumbantemente, nos resta dar a estudante Ana Claudia Maffei o cajado. E pouco importa se ela (Ou Aécio) realmente se encaixa na descrição estereotipada acima dada. É assim que o meme dela subiu, e é nisso que vamos nos calcar. O maniqueísmo ainda é um dos enfeites mais eficazes do marketing.
Durante sua estadia na casa, Ana tentará, não sem fazer a linha meiga e angelical como pede o figurino, inserir um pouco de engajamento social e cultura política tanto aos espectadores quanto aos outros participantes, mesmo tento a noção de que ambas as partes não são exatamente o tipo de público que procura por isso, mas isso nos dará um contraste interessante e quiçá uma grande surpresa.
Alexander de Almeida, o Rei do Camarote


 O boom dele já passou, é verdade. Mas ano passado Alex se tornou um dos maiores virais com o vídeo da Veja São Paulo onde o playboy dita os dez mandamentos do Rei do Camarote, como ficou conhecido a partir de então. E depois sumiu. Alex não gostou muito de ser zoado pelo país inteiro e, que eu saiba, não deu sequer uma entrevista. E todos nós ficamos com aquele vazio angustiante dentro de nós, querendo informações sobre o cara, mas ele nem tchum pra gente. Geralmente a mídia dá uma oportunidade aos holofotes logo na época que a situação está em voga, mas nada é melhor do que A Fazenda pra ressuscitar cachorro morto. Alexander voltaria em grande estilo, mostraria seu lado mais humano, menos fútil, mas no fim se revelaria o rei das festas semanais do reality e um sujeito preguiçoso e mimado nos afazeres, o que nos renderia boa diversão. Ele não teria a menor chance de ganhar, mas até perceber isso já seria tarde demais.


Clarice Passarinho


EU ia citar a Clarice Falcão mesmo, mas lembrei que estamos falando de A Fazenda, de um universo onde celebridades com um certo nível de consagração já não arriscam sujar suas mãos. Então lembrei da genérica dela. Pra quem não sabe/lembra, há um tempo atrás um grupo evangélico chamado WAP ficou bem chateado com os vídeos do Porta dos Fundos, principalmente aqueles em que eles tocam no assunto religião e mandam indiretas pra caras como Marco Feliciano. Então resolveram criar uma paródia para confrontá-los chamada Porta da Frente, que é tão ruim, mas tãããão ruim, que eu nem consegui ver de novo pra escrever este post. Sério, é vergonha alheia demais até para um fã gênero absurdo como eu. Não é a toa que isso só teve um vídeo e obviamente nunca foi pra frente.
Mas quem lê este blog há algum tempo já sabe que está precisando rever sua vida da minha tara pela Clarice Falcão, e como eu amaria vê-la em um reality como esse. Mas sei que ela não vai. Então mandemos sua xerox tirada em papel reusado naquela impressora zoada da firma, a Clarice Passarinho.

Felipeh Campos



Não interessa o quanto é improvável, EU QUERO O FELIPEH CAMPOS DE VOTA NA PRÓXIMA TEMPORADA!!!

#VoltaFelipeh #FelipehCamposMelhorPessoa #Barracos #TeuPassadoTeCondenaMeuAmor

Sininho


Se o Rage Against The Machine fosse uma garota ao invés de uma banda, seria a Sininho. E talvez você possa pensar que não exista ninguém mais chato do que uma mulher que faz ensaio vestida pra uma revista, mas vamos com cautela. A fada dos Black Blocks seria uma agregação de valor enorme ao televisivo. Imagina os barracos que essa menina não ia armar. Imagina os constrangimentos que não iria fazer o Brito e a produção passar com suas revoltas impertinentes ao vivo. Imagina as tretas com a musa da derrota. Claro que talvez, tal qual Cristina Mortágua, Elisa de Quadros se mostre apenas uma surpreendente brisa frente ao furacão de polêmicas que a precedem. Mas ainda gosto de pensar que ela seria uma espécie de Lorena Bueri ou Denise Rocha com alguma massa cinzenta.
E na edição futura, como Careli gosta de criar ganchos (já falei isso né?), poderiam convidar Game Over, seu namorado, que aproveitaria a estadia para esclarecer o escandaloso caso de traíção e furação de olho envolvendo outra militante. Afinal, existe amor no socialismo?

Ficam aqui as menções honrosas para Marco Bianchi, Marimoon, Simony e Betno Ribeiro, dentre outros que não lembro agora pois tenho mais o que fazer (mesmo?).

E até o próximo post galera, prometo que ele será bem menos lixo do que esse.

Abssssssssssssssss

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Especial Halloween: 6 Slasher movies subestimados




E só pra provar que eu ainda existo pra alegria de alguém que eu ainda não sei quem, estou atualizando o Marionete. Em clima de Halloween, vos apresento algumas pérolas do cinema slasher que foram, de uma maneira ou de outra, injustiçadas pela cruel opinião pública.

The Prowler


Os fãs do gênero definitivamente não podem reclamar do ano de 1981, que foi o que mais rendeu filmes do estilo, vide Prom Night, My Bloddy Valentine, etc. Nesse mesmo ano, surgiu um obscuro filme sobre um indivíduo meio desocupado que resolve sair por aí com acessórios na época do nazismo assassinando adolescentes de uma pequena cidade em um baile de formatura. Se não é a coisa mais original que você viu na vida, o longa compensa com assassinatos bem cruéis e explícitos. O filme em si é sádico e utiliza de um humor macabro, como usar uma trilha calma e solene em uma cena totalmente tensa e/ou sanguinolenta, algo presente até em seu momento final. Há até uma historinha confusa sobre o passado do vilão, e o filme as vezes peca no ritmo, mas tudo isso é compensado e até esquecido pelas qualidades supracitadas.
The Prowler (ou "Quem Matou Rosemary?") não virou franquia, sequer sequência ganhou, e seu antagonista não ficou famoso como outros matadores fantasiados do cinema, mas é uma obra obrigatória de ser conhecida pelos fãs do gênero.


Melhor morte: Uma bietchy peituda tomando banho nua (não Bruno, de palitó) sendo perfurada na barriga com aquele negócio de tirar folha do chão que eu não sei o nome. Chupa Hitchcock!

Bereavement


Esse filme foi feito em 2010, seis anos depois de Malevolence, servindo como um prequel para este. E, sinceramente, Malevolence é um filme chato, sem muito sangue, lento demais e com um vilão nada ameaçador. Bereavement está aí para contar em detalhes a história do garoto Martin Bristol, de seu sequestro aos seis anos de idade por um psicopata e de como se tornou um assassino serial.
Por que esse prequel é melhor que o original? Duas palavras: Alexandra Daddario. Ok, não é só ela e seus dois grandes enormes talentos, mas esse longa tem muito mais sangue e é muito mais impiedoso com os personagens que seu antecessor, até mesmo quando não quer. É o tipo de filme que podemos definitivamente considerar brutal.
Stevan Mena é um cara que tenta seguir os passos dos grandes mestres dos filmes de terror, apesar de sua filmografia não ser tão longa e brilhante. Pode não ser um gênio, mas é esforçado. Está trabalhando na pré-produção da terceira parte desta franquia, e esperemos que seja tão boa quanto a segunda.

Tá com pena, adota
Melhor morte: Envolve uma gostosa levando umas trezendas facadas na barriga até dizer chega.

O Massacre da Serra Elétrica 3D


Esse é uma lindeza, rapaz. Apesar de ser razoavelmente menos violento e denso que as duas versões anteriores (2003 e 2006), há nele mortes bem legais, mas acho que o que mais incomodou os fãs foi que resolveram contar uma história aqui. Esse filme é uma continuação direta no primeiro, ignorando todos os outros cinco longas baseados na franquia que vieram depois do original. Tudo começa como mandam os clichês, com um grupo de jovens indo pra uma casa herdada pela protagonista até que Leatherface aparece, massacra todos os amigos da Alexandra Daddario e ela passa um bom tempo correndo dele com cara de otária. Mas aí o filme dá uma virada, e descobrimos (vocês não se importam com SPOILERS nesse tipo de filme, né migos?) que Alexandra nada mais é que a prima de Leatherface! E o pior, quando o bichão descobre isso, eles passam a ser AMIGOS e agem juntos contra os mau caráter da cidade! Aí eu te pergunto: Não é lindo??? Que trama! Que plot twist! Algo comparado apenas às melhores tramas familiares do Manoel Carlos.
Este filme retoma, ainda que em dose menor e involuntariamente (e aí reside a graça), aquele clima absurdo e cômico das partes 2 e 4, que também são injustamente difamadas. Aliás, vou dedicar um post inteiro só para a parte 4 aqui um dia.
Ah, e eu juro pra vocês que o fato de eu ser fã da """"atuação"""" da Daddario não influi no fato dela estar mais de uma vez na lista. Embora a cena abaixo deixe difícil vocês acreditarem em mim, mas façam um esforço.

Mas já gostam de pendurar essa menina...
Melhor morte: A pendurada no gancho é de prache na franquia, e aqui rola também a vítima ser serrada ao meio ainda viva, mas a melhor nem é causada por Leatherface, e sim por um policial babaca que dá um tiro na cabeça de alguém por engano.

Sexta-Feira 13 (2009)



Outro que eu não sei porque foi tão negativado. Esse filme surgiu na época em que estava na moda fazer reeboots, algo que até Pânico 4 abordou. Mas é claro que nem todos foram felizes. A refilmagem de A Hora do Pesadelo foi brochante, a de Halloween foi ridícula, mas a de Sexta-Feira 13 deu uma boa renovada na série. Aqui vemos Jason como um caçador implacável, que usou sua vivencia no mato à seu favor e aprendeu a manusear diversos tipos de armas. Agora ele corre (pois é) e é bem menos abestado que sua versão precedente presente nos 9 filmes anteriores (as partes 1 e 5 não contam porque não tinham o Jason). Não que o rapaz vá descobrir a cura do câncer, mas está bem mais esperto do que antes. Aqui vemos muitas - eu disse muitas - mortes de adolescentes estúpidos (esses, em contrapartida, ficaram mais desmiolados do que nunca) com requintes de crueldade, e claro muita nudez e sexo. Convenhamos, algo que não pode faltar em um Sexta-Feira 13, né mermo?
E, cara, Derek Mers foi um puta Jason, arrisco até a dizer que à altura de Kenny Hodder. E o maluco do Sobrenatural tá no elenco também, mas ninguém liga.


Melhor morte: A sujeita que tenta se esconder de Jason embaixo de uma ponte e leva uma facada nos pensamentos. Gera susto e boas risadas.


The New York Ripper


Um serial killer com voz de pato que mata mulheres jovens o bonitas com uma navalha em Nova York e... Peraí... Voz de pato? De PATO?? Isso mesmo, e com direito a fazer "quack, quack" enquanto fala. Mas por mais ridículo que pareça, com o decorrer do longa essa peculiaridade se torna até assustadora, uma vez que o assassino é extremamente cruel em seu modus operandi e sádico nos trotes telefônicos que faz a polícia.
Provavelmente o mais controverso filme de Lucio Fulci, mestre do horror italiano mais famoso por seus filmes de terror sobrenatural, que aqui arrisca no gênero 'giallo'. Lo Squartatore di New York (a.k.a. The New York Ripper / Nova York - Cidade Violenta) foi banido em diversos países e massacrado por vários críticos, que acusaram Fulci de ter feito uma peça sem sentido e depravada.
Mas fodam-se, esse filme é top demais. Os assassinatos são brutais e explícitos, mostrando em detalhes a mão do algoz (que só tem sua identidade revelada no fim) passando a lâmina nas vítimas, incluindo closes da navalha no bico do peito e no olho, de deixar Luiz Buñel e seu Cão Andaluz com dor de cotovelo.
A partir de um certo ponto o longa pode até parecer estar ficando previsível, mas não se enganem. A trama é muito bem elaborada e amarrada, e ficamos na tensão de saber quem é o assassino até o climax, onde somos presenteados com surpreendente e cruel final.


Melhor morte: Tá vendo a moça aí acima? Olha bem. Não, bem mesmo. É sério, olha! Mas olha b...


Chamas da Morte


Tom Savini teria recusado trabalhar no departamento de maquiagem da sequencia de Sexta-Feria 13 pra vir pra este filme, produzido no mesmo ano. Este, cujo enredo é sobre um grupo de jovens devidamente supervisionados por monitores mais ou menos uma década mais velhos que vão passar as férias em um acampamento, quando começam a ser brutalmente assassinados por um misterioso Serial Killer que foi vítima de bullying anos antes e todos acreditavam estar morto. Peraí, ESSE é o enrendo do filme?? Nesse caso acho que Savini só cometeu um erro de estúdio após ler a sinopse do filme no qual iria trabalhar, pois é a mesma de Sexta-feira 13 II! Ai que mentira, na verdade as semelhanças param por aí, poi, de muitas maneiras, The Burning é até superior à todos os filmes do Jason feitos até agora. Roteiristicamente, ele é mais bem elaborado e trincado. A gente realmente são sabe quem vive e quem morre no final, e o fator surpresa se mostra em vários momentos.A aparência do vilão é realmente convincente e assustadora, e os personagens são elaborados o suficiente pra torcermos por eles (alguns deles).
Notável por ser um dos primeiros filmes da Miramax e por ter sido o debut de gente famosa como Holy Hunter e Jason Alexander, esse é mais um daqueles que não ficou tão popular ou virou franquia, mas que merece ser (re)visitado, principalmente se você é desses que prefere ficar em casa se cortando com gilete com a unha pintada de preto à sair pra balada com camisa polo e tênis de mola.


Melhor morte: O assassino mata umas 15 pessoas de uma só vez usando uma tesoura de jardineiro, na cena mais cruel e inescrupulosa que eu já vi desde os piores episódios do Telegrama Legal do Gugu.

domingo, 27 de abril de 2014

Review: Vi Är Bast! (U.S.: We Are The Best / BR.: Não sei o título no Brasil)


Um dos filmes que eu estava mais ancioso pra ver ano passado e acabei não vendo porque obviamente não foi lançado em cinema nenhum aqui em Manaus - e quiçá no Brasil todo - e também porque só encontrei disponível o download lá por janeiro ou fevereiro desse ano. Daí eu já tava com preguiça e só vi um dia desses.
Mas como eu já disse antes, este blog é atemporal, então ninguém precisa nem fingir que essa crítica é atual. Ou vocês podem emergir das eternas areias movediças do tempo por alguns minutos e fazer de conta que ainda estamos em 2013, onde celebridades morriam mais que o Yoshi em fase aérea e a Anitta ainda tinha nariz.

Mas como eu dizia, Vi Bast não-sei-das-quantas era um dos filmes mais esperados por mim ano passado e isso porque Lukas Moodysson, meu diretor favorito (ok, um dos), estava a mais de dez anos sem fazer um filme bom. E olha que ele só fez três longas decentes (e, por que não, maravilhosos): Fucking Amal, Tillsammans e Lilya 4-Ever. Seu curta Bara Prata Lite de 1997 também é muito interessante.
Mas o fato é que, depois de Lilya, o cara só deu bola fora. A menos que você tenha se contentado com coisas cafonérrimas como Corações Em Conflito e Container, e daquela desgraça chamada Um Vazio No Meu Coração.

Desce daí, meu! Ainda quero ver a continuação de Fucking Amal (Sonhar pode)
Com We Are The Best - URGENTE: Acabei de descobrir que o título brasileiro do filme é "Nós somos os Melhores" (isso mesmo, "os" e não "as") e preferia ter ficado sem saber - , o diretor sueco voltou às suas raízes, recapturando o estílo cômico e leve de seus dois primeiros longas, Fucking Amal e Tillsammans, algo que ele abandonou em seus projetos mais sérios, experimentais e "inglesados" doravante Lilya. Falando nisso, a decisão de fazer um filme 100% em seu país e idioma de origem foi outro golaço.
Baseado na HQ de sua esposa Coco Moodysson, o filme ambientando na fria Stocolmo dos anos oitenta conta a história de duas garotas na casas dos 13 anos (Bobo e Klara) que decidem formar uma banda de punk rock, mesmo não tendo domínio nenhum em quaisquer intrumentos e sendo desestimuladas pela própria decadência da cena no período. Ambas convidam a recatada e talentosa Hedvig para inserir um mínimo de talento na banda como sua guitarrista.


O resultado geral só podia ser positivo. Os enquadramentos e movimentos de câmera lembram totalmente a fase final dos anos noventa / começo dos 2000 de Moodysson, sua melhor, diga-se de passagem. Um dos vários elementos que lembram sua melhor forma, como também a ambientação na dita "década perdida", algo que o cineasta já tinha feito em Tillsammans.
Não espere um filmne seguindo os padrões dos filmes Hollywoodianos de banda, com aquele trajeto clássico e seguimentado mostrando o início, a ascenção e decadencia dos músicos em questão. Aqui o que vale é o humor, e ele funciona da maneira mais natural possível. A impressão que dá é que as três protagonistas foram deixadas para se divertirem sem roteiro e com as câmeras ligadas de tão involuntárias que suas cenas parecem. Dentre as mais engra (pode usar esse termo aqui sem parecer ridículo?), destacam-se a cena que que Klara e Bobo são obrigadas por seu professor de ginástica a correr um certo número de voltas as redor do ginásio mas só o fazer quando ele está de olho, a cena em que uma delas tem seu cabelo cortado pelas outras duas, e a que Hedvig assiste estática pela primeira vez suas futuras companheiras de banda "tocando". O contraste cultural e comportamental da guitarrista com as outras duas é uma das coisas mais divertidamente interessantes do longa.
As referências à música Punk não se faz muito presente. O que ouvimos são mais músicas que provavelmente tocavam no inicio da década em questão na Suécia mesmo, ou seja, coisa que nem eu nem você ouvimos. A menos que vossa senhoria seja 'O" fodão e conheça bandas punk escadinavas. Se for o caso, desculpaê. Por isso e por eu ter escrito HQ e não Graphic Novel mais acima.


Mais uma vez sem repetir elenco, temos um atrizes totalmente novatas como protagonista. Moodysson nunca foi de panelinhas, o que, cofesso, acho uma pena. Adoraria ver atores/trizes de outros filmes seus (Rebecka Liljeberg, Alexandra Dahlstrom, Artyon Bogucharskiy, Oksana Akinshina, etc) trabalhando em novos projetos com ele.

Intercalando lindamente o cômico com o drama familiar sempre presente em sua filmografia, Moodysson cria uma obra que, se não chega a ser tão supimpa/daora/top quanto seus aclamados primeiros trabalhos, nos mostra que o diretor ainda tem muita lenha pra queimar, principalmente se se ater nos elementos que melhor domina e deixar as pretenções de lado. Que não demore mais tanto pra vir um filme novo, mas quem sou eu pra reclamar de atrasos, descumprimentos, decepções e vacilos? Foda-se o mundo.



domingo, 16 de março de 2014

A trilogia Feast, um estudo de caso



Aconteceu que do começo de ano pra cá eu voltei a ver uns terrorzões bem gore, algo que na verdade nunca abandonei, mas voltei a ver como quando eu havia começado (sinceramente não lembro de uma fase da minha vida em que eu não gostava desse tipo de filme), ou seja, com uma frequencia mais alta que o normal. Enquanto vocês estavam aí "se preparando" pro Oscar vendo Azul é a Cor Mais Quente (é, eu sei que não foi), Ninfomaniaca e outros desses filmes modinha de facebook, eu tava me esbaldando no horror e na carnificina muitas vezes lançada diretamente pra vídeo, porque eu gosto mesmo é do caos e da destruição. Sorry baby, comigo é de Braindead pra baixo, pra acompanhar esse blog tem que ter sangue nos olhos, tem que aguentar o papoco.

Então lembrei de Feast, reassisti a franquia, e achei que precisava apresentá-la ao mundo, porque alguém precisa fazer o trabalho sujo, pois Deus olhou pra mim eu disse "Tu, meu filho, que nasceste do lodo da demência, és a pessoa mais indicada para tal missão."

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Ok, vamos à eles.

Feast



Com uma produção executiva bossal de Matt Damon, Ben Affleck (pois onde um tá o outro tem que estar) e ninguém menos que Wes Craven e direção de John Gulager - responsável por outras pérolas sensacionais da bizarrice como Piranha 3DD e Zombie Night, Feast (falei no post passado que ele seria mencionado aqui) chegou aos cinemas em 2005 nos surpreendendo como uma pequena grande obra daquele gore moleque de várzea que a industria estava meio carente, mostrando um grupo de pessoas em um bar que é surpreendido por monstros que mais parecem integrantes da banda Gwar. Assim, sem mais nem menos, e em nenhum momento temos uma explicação para a existência de tais criaturas, mas se eu quisesse ver história eu tava assistindo algum documentário da BBC.
Protagonizado por ninguém menos que Krista Allen, o filme tem um belo balanço entre terror e comédia e um toque generoso de imprevisibilidade e originalidade. A cada personagem que aparece, surge na tela uma espécie de ficha técnica do sujeito, dizendo o nome, ocupação e até a expectativa de vida dele baseado no que geralmente ocorre com tal estereotipo no gênero. Excelente filme que certamente figuraria em uma lista com meus dez filmes de horror favoritos. Vai passar longe de se tornar um cult (Talvez daqui há muitos anos, juntamente com o Street Fighter do Van Damme. Torçamos.), mas recebe o selo de qualidade do Marionete Cósmica que vale muito mais.

Melhor morte: Camarada se acha o heróizão do filme mas descobre da pior maneira que aqui não há espaço pra galãs. Envolve uma janela, monstros e uma cabeça sendo arrancada.



a.k.a. Emmanuelle Contra as Criaturas Demoníacas





Feast II: Sloppy Seconds



Daí que três anos se passaram e alguém teve a questionável ideia de que Feast deveria se tornar uma trilogia. E nasceram as continuações, Feast II: Sloppy Seconds (2008) e Feast III: The Happy Finish (2009), tendo muito mais ligação um com o outro que com o primeiro, tendo em vista que foram filmados juntos mas sendo lançados separados. Lançados, aliás, diretamente em DVD. E o que dizer deles? Ai, ai, amigos. Vamos lá que é complicado.
Basicamente novos personagens e alguns dos sobreviventes do primeiro filme se encontram em uma pequena cidade aparentemente abandonada no meio no nada, quando descobrem que a mesma foi dominada pelas tais criaturas. Dentre os novatos estão uma gangue de motoqueiras liderada pela irmã gêmea de uma das personagens mortas no primeiro filme e alguns moradores da tal cidade que sobreviveram à invasão dos aliens (demônios?). Mesmo com o ódio interno, o grupo vai tentar se manter unido para conseguir sobreviver e sair do local. Não tem mais a presença de Krista Allen, mas Clue Gulager, Jenny Wade e Diane Ayala Golder permanecem no elenco.
Grande parte deste segundo filme se passa no topo de um prédio, onde o povo se encontra encurralado agora, o que resulta numa fotografia mais clara e ensolarada, contrastando com o ambiente escurecido e sombrio do primeiro, mas nem por isso esta sequencia se torna mais leve. Pelo contrário, as partes II e III são excessivamente extrapoladas, nojentas e violentas, ao ponto de fazer o original parecer um filme "comportado", se é que se pode dizer isso.
Longe de ser perfeito e agradar todo mundo, Feast II é bem divertido, e a única grande resalva que faço é a famosa cena do bebê, que realmente achei desnecessária. A do gato também foi nada a ver.

Melhor morte: A velha, além de já estar derretendo por ter entrado em alto contado com gosma de monstro, ainda é lançada contra uma parede por uma espécie de catapulta. Cuidem bem de suas avós.



Reparem que a morena tá fazendo air-revolver
Já fiquei com uma mina parecida com esse cara uma vez



Feast III: The Happy Finish



E não demorou muito para nossa rotina cinematográfica ser presenteada com com a parte final desta que é uma das trilogias mais refinadas da história da sétima arte, podendo ser considerada desde já um O Poderoso Chefão do mundo bizarro.

Agora vamos lá, eu até que sou bem condescendente, mas tem algumas coisas que eu não deixo escapar:
- Excesso desnecessário de personagens;
- Inserção de elementos que não fazem parte do universo do filme;
- Câmera nervosa em ambiente escuro, deixando a cena ininteligível;
- A tua mãe;
- Desrespeito à personagem;
- falta de bom senso e uso de drogas de todos os envolvidos durante a filmagem (Porque só pode).

Cara, esse filme é um caso a ser analisado pela nasa e pelo vaticano, por que é demais até pra mim. Lógico que ele não é bom, mas a questão nem é essa, já que ele foi feito pra ser ruim. O problema é que exageraram na dose. Ao mesmo tempo, não tem como não adorar essa porra. Aff, enfim, Meus sentimentos ficaram abalados demais pra eu ter uma opinião formada.
Os sobreviventes agora tentam sair da cidade através dos esgotos, o que dá ao filme um tom levemente mais sombrio que seu antecessor. Novos personagens surgem - um mais caricato que o outro - pra logo desaparecerem mostrando sua existência totalmente desnecessária.
Duas grandes resalvas: A primeira morte do filme que acontece nos primeiros três minutos, apesar de bem legal,  ocorreu em um momento totalmente equivocado. A personagem era uma filha da puta e merecia, mas dada a importância dela nos três filmes, não dava pra esperar pelo menos até a metade do longa?
A outra resalva grave é sobre o que acontece no finalzinho, e tem relação com um robô gigante. Isso mesmo, UM ROBÔ GIGANTE. Que poderia até ser perdoável e, com muito boa vontade, legal se não fosse a merda que ele causa no fim que nos priva totalmente de algo próximo a um final satisfatório.

Melhor morte: Cidadã tem a cabeça arrancada, comida e defecada por uma das criaturas e só então seu corpo percebe que morreu e cai no chão.


É, ele ainda tá vivo. 



Levanta a cabeça, princesa, que o filme ainda não acabou
Então quer dizer que eu não recomendo essas continuações? De maneira nenhuma. ASSISTA! Ambos os filmes são muito defeituosos em alguns detalhes, ao ponto de realmente deixar puto quem assiste, mas ao mesmo tempo são extremamente divertidos e contam com um elenco de personagens cativantes, embora a grande maioria deles tenha caráter corrompido (talvez o motivo). Infelizmente falham demais para se comparar ao primeiro, mas se você curte estupros de animais, bebês sendo devorados, motoqueiras semi-nuas, anões mexicanos de luta livre, profetas telepatas, gente tendo as tripas arrancadas pela vagina, muuuuita gosma e até  robôs gigantes (e quem não é fã disso tudo, né?), eles vão valer cada minuto do seu tempo.

Enfim, assista aos três e tire suas próprias conclusões, pois eu já passei da hora de ir dormir. Bons pesadelos.

sábado, 22 de fevereiro de 2014

As 20 morenas mais bala do universo



Essa lista tava na geladeira faz muito tempo - mais ou menos desde a época que fiz a lista das 20 loiras - , mas finalmente criei coregem pra finalizá-la. Segue aí o portfólio das 20 morenas mais frequentes nos meus sonhos cada vez mais solitários e geriátricos. Põe na tela:

20 - Jennifer Beals



Se Shelley Duval fosse muito bonita (ela não é nem um pouco, a gente sabe), ela seria Jennifer Beals. Natural de Chicago, com seu sorriso marcante e olhar hipnótico, é a eterna Alex de Flashdance e também muito conhecida por The L Word, que pra quem não conhece, é uma série onde umas lésbicas ficaram se pegando de 2004 à 2009. Jenny fez outros filmes como O Livro de Eli, A Prometida e O Diabo veste Azul. Já tem no currículo mais ou menos uns 50 longas. Também participou de um episódio da série Teatro dos Contos de Fadas no papel de Cinderella.
Flashdance já tem mais de 30 anos, Jennifer já está com seus cinquenta e é incrível como só melhorou com o tempo. Chek it out!







19 - Anna Friel



Atriz inglesa que começou a atuar aos 13 anos e tem um extenso currículo no cinema e na televisão. Em  1994, deu o primeiro beijo lésbico em uma tv britânica. É a Luciana Vendramini deles. Entre alguns filmes de destaque estão Sem Limites, O Elo Perdido e Você Vai Conhecer o Homem de Seus Sonhos. Mas ela ficou mais famosa mesmo por ter interpretado a morta-vida comedora de tortas e criadora de abelhas Chuck na superestimada e injustiçada série Pushing Daisies, que eu já falei aqui e, como não dói nem custa nada, recomendo novamente.










18 - Fernanda Young



Essa é a mais metida a intelectualizada da lista. Atriz, roteirista, escritona e apresentadora, Fernanda faz a linha (sei que fico extremamente passivo usando esse termo, mas me deixem) "braquinha tatuada com visual exótico". Já escreveu e atuou para séries e miniséries da Globo, GNT e outros canais, lançou um romance chamado O Pau, cuja capa é uma das mais legais já feitas. Não conheço nenhum de seus livros, mas "li" sua playboy mais de uma vez, o que deve contar bastante.






17 - Claudia Cardinale


Claudia é uma libertária esquerdisda que sempre esteve envolvida em causas políticas, das mulheres, dos homossexuais e humanitárias em geral mas nada disso importa porque ela é GOS-TO-SA! Ou era. Uma das musas de Frederico Fellini, fez um estrondoso sucesso no cinema italiano nos anos sessenta, como em Era Uma Ves no Oeste, O Leopardo, Uma Rosa Para Todos, Rocco e Seus Irmãos, O Dia da Coruja, etc. Claro que depois ela despontou para fora da Italia e mesmo da Europa. Está em um dos meus filmes favoritos, Fitzcarraldo, mas infelizmente aparece pouco. Cardinale está hoje com 75 anos mas se mantém em plena atívidade artística. Abaixo algumas fotos da deusa italiana para autenticar sua presença nesta lista. Só tem imagens em preto e branco porque ela é de uma época onde as pessoas ainda não eram em cores #piadasrenatoaragão











16 - Lizzy Caplan

Embora eu tenha conhecido Lizzy quando fez a gótica gostosa amiga da Lindsay Cocaína Lohan em Meninas Malvadas, foi em Cloverfield, onde interpretou a memorável Marlena, que meu cu caiu. De origem judaica, Caplan é natural de Los Angeles e inicialmente estudava para ser musicista, mas depois de um tempo percebeu que música não era sua praia e foi pro cinema. Outros pontos de destaque em sua carreira são a série Freeks and Geeks, onde iniciou a carreira e The Class, uma série de comédia tipo Friends que foi feia pelos criadores de Friends e tem um enredo muito parecido com Friends. Há quem diga que é meio auto-plágio (durou pouco), mas foi uma série bacaninha e sua personagem era a melhor coisa nela.







15 - Kate Beckinsale


Kate Beckinsale, tem como não amar? Apesar de algumas escolhas ruins/meia boca como Pearl Harbour, O Vingador do Futuro (melhor coisa do filme), Click (gosto do Adan Sandler, mas esse é de doer) e Temos Vagas, Kate é dessas que nos faz ver um filme só por estar no elenco, não importando a qualidade do mesmo. Sério, eu é que não via os Underworld pela qualidade cinemática ou moral deles. Dona de um rosto angelical e um corpo de querer comer sushi em cima, não tem como alguém criticar, falar mal ou dizer que não ia. Ponto pra mãe natureza.







14 - Patty Duke




Patty foi uma dessas """"raras"""" celebridades mirins que começam na fama muito cedo (daí o mirins) e viram problemáticas quando saem da infancia. Apesar de que, ao contrário dessa maioria, a moça não enfrentou o ostracismo e conseguiu manter uma carreira de sucesso na vida adulta, e seus problemas pessoais estavam mais ligados à transtorno bipolar do que ao uso de drogas, alcool e afins.
Com o sitcom The Patty Duke show, se tornou uma Maísa dos anos 60. Após a série, ingressou no cinema onde fez alguns filmes de sucesso como O Milagre de Anne Sullivan (um dos meu favoritos, awnn <3) e Sweet Charlie. Foi premiada por ambos. Após cumprir o pioneirismo de ir à público revelar sua desordem bipolar, virou uma grande ativista da causa.
Mano, ela tá muito zoada  recebendo esse prêmio, dá pra ter uma ideia do estado mental dela nessa época.
Duke hoje é uma coroa enxutona e se mantém em plena atividade.





Continuem acreditando que ela é morela ou esse post inteiro não fará sentido

13 - Krista Allen



Que me perdoem os fãs da Sylvia Kristel, Marcela Walerstein e a gracinha da Laura Gemser, mas minha Emmanuelle favorita sempre foram/serão esses peitos enormes chamados Krista Allen e a moça que os acompanha. Após protagonizar sete filmes da série (todos no mesmo ano!) a modelo, atriz e interprete de orgasmos californiana passou a fazer filmes "normais" e dizer que se arrependeu de ter interpretado a terráquea que ensinava aos aliens os prazeres do sexo. E assim começou a jornada para apagar a imagem de Emmanuelle de sua carreira, como por exemplo no filme Tratamento de Choque, onde interpreta uma atriz pornô que anda por aí seminua e fazendo troca-troca com sua amiga. Bem diferente, mesmo.
Mas nada adiantou, e ainda hoje em dia Krista é lembrada pelo papel que interpretou sete vezes em 1994, e até deve ter desistido de tirá-lo da mente das pessoas.
Ah! Um filme de terror daora com ela que vocês deveriam ver é Feast, de 2005 (vou falar dele em breve aqui).











12 - Gina Carano



Depois da garota propaganda do palito de dentes e da homonina dessa música do Et e Rodolfo, essa é a outra Gina famosa no mundo. Diz a lenda que 23 entre cada 10 heterossexuais e quaisquer outra pessoa de bom senso independe da sexualidade sonhava com ela interpretando a Mulher Maravilha no cinema. Ou você prefere aquele insosa que escolheram pro filme Batman Vs. Superman? Mi poup.
Mas antes de ser atriz, Gina é uma celebre lutadora de MMA, provando que existe sim uma única coisa que possa me interessar nesse esporte (e em qualquer outro). Fez sua estréia cinematográfica no filme de ação Haywire, que é de chorar de tão ruim, mas a vida é cheia dessas.












11 - Natalie Wood




Essa mulher é muito gata, vai te fuder. Nat participou de seu primeiro filme em 1943, e seguiu uma solida carreira em Hollywood, estrelando filmes de muito sucesso como Splendor in the Grass, West Side Story, Rebelde Sem Causa, The Searchers e Milagre na Rua 34. Infelizmente faleceu precoce e misteriosamente aos 43 anos por afogamento quando foi dar um passeio marítimo com seu marido e com o amigo Christopher Walken. Sim, o cara com mais cara de psicopata do cinema. Isso que dá ser amigo dele.
O mais curioso é que sempre teve medo de água e uma cartomante já hania previsto sua morte por afogamento antes! Brrrr!
Tanto faz, Natalie se eternizou como uma das mais belas e talensotas atrizes americanas. Dá só uma olhada no talento da jovem.












10 - Lisandra Parede




Eu adorava Amigas e Rivais (novela do Sbt), pronto, falei! Ai, lembro que começei a trabalhar um pouco antes dos momentos finais e não sei como a trama terminou. Espero que no dia em que eu for milionário e não precisar mais ser sodomizado pelo sistema a emissora do SS reprise pela milésima vez.
Mas sim, Lisandra. Atriz paulista de 30 anos, iniciou sua carreira em Malhação em 2006, passando depois por novelas no Sbt e Record. Seus trabalhos mais recentes foram no remake de Rebelde (que tanto a versão brasileira quanto a original tem lá suas qualidades, mas conseguem ser incrivelmente estragadas pelos fãs) e no de Chiquititas. Ao contrário de seu currículo, a beleza dessa menina é fenomenal! Já tive várias fantasias românticas com ela. Sim, românticas  Não sexuais! Porque eu sou um cara romântico. Do tipo que dá flores e ouve Belo durante o sexo.









9 - Priscila Sol



Outra brasileira na lista. E eu não tô falando da atriz pornô homonima, e sim da moça que interpretou a Paixão naquela novela do superestimado Manoel Carlos em que Mateus Solano era gêmeo de si mesmo. E meu Deus, como essa mulher era gostosa! Priscila já fez uns três filmes, sendo um curta premiado lá fora, e vez ou outra faz projetos de caridade com crianças com câncer e tal.
Naquela série patética na Mtv 'Descolados' dá pra ver seus generosos melões (sei que só usam esse termo em filmes americanos dublados, mas tô nem aí) por dois segundos e meio. Sim, eu dei print. Não, você não os verá aqui.
Priscila sempre teve problemas com peso, e de uns tempos pra cá entrou numa de ficar em forma e hoje tá parecendo um pirulito. Sério, nunca no Brasil ela ficou melhor meio esquelética como está agora do que quando era """"""gorda"""""""" como se achava. Dá uma olhada e me diz se eu tô errado:








8 - Lee Meriwether





Lee é uma das atrizes mais underrated dos anos 60, pois tanto pela beleza quanto pelo talento deveria ter figurado na grande Hollywood ao lado das maiores musas do cinema daquela época. Mas ela ficou mais conhecida mesmo pelas séries Barnaby Jones, O Túnel do Tempo, por ter interpretado a Mulher Gato no longa do Batman de 1966 (aquele que ele está envolvido com sprays e tubarões) e por vários filmes para televisão e pontas em séries como Missão Impossível, Desperate Housewives e na própria do Batman fazendo personagens diferentes. Natural de Los Angeles, foi Miss EUA nos anos cinquenta, já particiou do Space Ghost Coast to Coast nos anos noventa (mas eu não achei esse episódio de jeito nenhum cry) e hoje, aos 78 anos, ainda tá uma coroa de tirar a calça o chapéu.










7 - Winona

A musa/mascote do nosso humilde blog. O que dizer dela? Winona já passou por altos e baixos em sua carreira, já pegou vários caras de Hollywood, foi "maria guitarra" tendo casos com vários roqueiros, enfrentou problemas com drogas, passou anos no ostracismo e andou furtando lojas de roupas e frequentando tribunais devido a isso. Ela não é a cara desse blog?? Sim, ela é.
Filha de hippies, nasceu e cresceu em uma fazenda comunitária sem eletricidade até se tornar uma grande estrela do cinema. Dentre seus filmes mais fodas estão Edward Mãos de Tesoura, Heathers, Os Fantasmas se Divertem e O Homem Duplo. Gosto muito do subestimando Caindo na Real também. Estou há mais ou menos 20 anos decidindo se Dracula de Bram Stocker é um filme muito bom ou muito ridículo, então não o colocarei nessa lista.







6 - Katy Perry



Se essa lista fosse não sobre o conjunto da obra, mas mais especificamente sobre a mais gostosa, Katy estaria certamente disputando o primeiro lugar com a Gemma Arterton.
A musa dos peitos. Nossa, ninguém nunca teve peitos tão belos e perfeitos. Acho que todas as mulheres do mundo deveriam se desculpar por não terem peitos assim. E acho que a palavra peitos já foi dita nesse parágrafo bem mais vezes do que deveria.
Apesar das músicas extremamente chatas - e olha que eu gosto de muitas músicas da Britney, e algumas da Lady Gaga me soam bem apesar de eu odiar aquela palhaça, mas as da Katy não dá - , essa moça que se acha a super radical/anarquista/ revolucionaria e destruidora de tabus por ter beijado uma garota e gostado (quero provas) é originalmente loira, como muitas aqui, aliás. E ela fica linda loira. Fica linda de qualquer jeito, pois ela é perfeita, e tem peitos perfeitos.










Sabiam que existe um grupo no Facebook chamado "Katy Perry Magical Armpits"? Pois é.

 5 - Gemma Arterton



Eu acho assim que, tipo, só de a mulher ter sotaque britânico ela já ganha uns 200 pontos no quesito carisma. As vezes vejo uma moça falando com aquele sotaque inglês e ela automaticamente fica 5 vezes mais bonita, e olha que ela pode ser escrota como for. Imagina então a Gemma Arterton, que é linda, tesuda e aparece nua em quase todo o tempo de duração do filme O Desaparecimento de Alice Creed... 
Se você não conhece o talento da jovem, assista filmes como Príncipe da Pérsia, Escola Para Garotas Bonitas e Piradas, Fúria de Titãs, João e Maria e o já mencionado da Alice Creed. Alguns desses filmes podem até não ser bons, mas quando se tem a Gemma no cast isso não tem a menor importância.
Ainda sonho em encontrá-la pessoalmente e soltar a cantada "você é a Gemma da minha clara" tenho certeza que ela vai querer transar comigo ali mesmo.





Meu sabor favorito é pizza de Gemma Arterton



4 - Mary Elizabeth Winstead




Scream Queen e musa dos nerds, tem como ser mais perfeita que isso? Começou a carreira em musicais da Broadway, e depois fazendo pequenas pontas em séries, até começar sua carreira cinematográfica, na qual foi ficando conhecida por estrelar inúmeros (alá o exagero) filmes de terror, incluido seu debut Monster Island, ao lado de Carmen Electra, Nick Carter (!) e Adam West (!), um filme tão ruim, mas tão ruim, que peguei pneumonia três vezes enquanto o estava vendo. Mas foi em seu memorável papel como Ramona Flowers no excelente Scotty Pilgrim Vs o Mundo  que deixei de ser cowboy por ela. Desculpem o linguajar, mas que personagem perfeita do caralho, vai pra puta que pariu! A partir daí Mary ficou para o sucesso de vez, trabalhando com Tarantino (no infelizmente subestimadíssimo - até pelo próprio cineasta - Death Proof) e também no fraco prequel de The Thing.











3 - Clarice Falcão



"De dia Clarice Falcão, de noite Escurice Coruja" (pausa dramática). Se tem uma coisa que eu tenho certeza absoluta é que, se é que Clarice faz cocô - e tenho quase certeza de que não - ela caga churros, porque não é possível, minha gente! Olha essa menina, ela é muito cute, e sem ser forçada ou tosca. Ou seja, é tudo o que a Malu Magalhães sempre tentou ser e não conseguiu. Não sem passar por ridículo e cafona.
E aliás, eu sou fã da Clarice muito antes dela virar modinha. Sim, pois antes de fazer sucesso na música e no Porta dos Funtos, eu já a conhecia e admirava. Lembro que a primeira vez que a vi foi na novela A Favorita de 2008, como a filha da personagem da Lilia Cabral que levava uns cacete do marido. Foi só bater o olho nela e logo tive uma visão do futuro que seis anos depois ele estaria figurando nessa minha lista.







2 - Kristen Stewart




Por essa vocês não esperavam, e agora provavelmente irão me desprezar e repudiar essa lista, e com certeza irão atravessar a rua quando me virem, à tal ponto que nem o Bruno De Luca vai querer ser meu amigo. Fodam-se, ela não tem culpa se vocês não gostam dela por causa de um filme ou outro ou por uma pulada de cerca (aquelas muletas no Oscar deviam ser por causa disso). A minha tara pela Kristen é mística, atemporal e sem fronteiras. Ela só não está em primeiro lugar por causa do primeiro lugar (faz sentido, sim!), mas foi por pouco, pouquíssimo. Talvez eu até mude de ideia daqui a pouco.
Stew me passa a imagem de uma garota comum, que nós poderiamos muito bem encontrar na rua, num bar, num corredor de faculdade ou na cracolandia. Nada de glamourosidade e sofisticação. Não é essa a visão imediata que tenho dela, mas de uma girl next door dos sonhos. Daquelas que a gente sonha em namorar pra ficar jogando pif paf e plantando bananeira na parede do quarto. Enfim, watherer. Kristen, me transa.






A lá expressionismo alemão. 










1 - Cristina Scabbia




Bom, Cristina quase ficou em segundo lugar, disputou esse posto ferozmente com Kristen em um ring enlameado na minha mente e por pouco venceu. E a essa altura não tem mais o que falar. Ela está em primeiro lugar na minha lista das rockstars mais belas, então se eu fosse escrever alguma coisa sobre a moça aqui seria nada mais nada menos que um control+C control+V do parágrafo dela naquele posto, o que me leva à praticidade de apenas redirecioná-los para lá através desde link.
Mas umas fotos à mais dessa ninfa do metal não faz mal à ninguém, né amigos?


















E por hoje é só. Tentem não me odiar muito pela morena de vocês não estar presente aqui. E fica meu pesar de não terem entrado na lista mulheres como Zoe McLellan, Ana Karina, Ana Paula Saad (cês vêem como eu subo e desço de nível rapidinho), Alexandra Daddario, Tanit Phoenix, Alice Braga, Valentina Nappi, etc. Tentei encaixá-las, mas não rolou espaço.
Tentarei postar novamente em breve. Até lá, alimentem-se bem, pratiquem o desapego e se mantenham longe de drogas, principalmente as mais pesadas como heroína, krokodil e aquele filme do Frankenstein com o Aaron Eckhart.

Absssssssssssssssssss

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